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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Setor portuário receberá R$ 51 bilhões

Setor portuário receberá R$ 51 bilhões (Foto: Diário do Pará)
(Foto: Diário do Pará)
Os investimentos previstos para o setor portuário nos próximos anos somam R$ 51 bilhões. Segundo o ministro da Secretaria de Portos, Helder Barbalho, R$ 3,9 bilhões serão feitos com recursos do governo e entre R$ 47 bilhões e R$ 48 bilhões virão da iniciativa privada. “Nós estamos absolutamente certos de que é uma agenda exequível”, afirmou o ministro ontem, durante palestra no Fórum Infraestrutura de Transporte, promovido pelo jornal Folha de São Paulo.
“O que cabe ao Governo é garantir eficiência processual e agilidade para permitir aos investidores privados que se planejem para a execução de suas demandas”. Na carteira de investimentos listada pela Secretaria de Portos estão obras de dragagem, autorizações para construção de terminais de uso privado, licitação de áreas para arrendamento e prorrogações de contratos de arrendamentos. 
Obras
Serão R$ 3,9 bilhões em obras de dragagem de aprofundamento, para permitir o acesso de navios de maior porte aos portos brasileiros; mais de R$ 19 bilhões a serem investidos em terminais de uso privado, caso todos os 66 pedidos de autorização em análise na SEP sejam concedidos; outros R$ 16 bilhões em investimentos planejados para as 93 áreas a serem licitadas e leiloadas até o fim de 2016; e mais R$ 11 bilhões de obras prometidas nos processos de prorrogação dos arrendamentos.
Investimentos no Pará
Mais uma vez o Pará ganha destaque entre os investimentos anunciados pelo ministro Helder. Das 93 áreas a serem licitadas, 4 delas – uma em Vila do Conde (PA) e 3 em Santos (SP) – serão leiloadas em 9 de dezembro na BM&FBovespa. Os editais de licitação de outras 4 áreas – 3 em Outeiro (PA) e uma em Santarém (PA) – deverão ser publicados em dezembro.
O ministro, que participou do painel Integração entre modais: o estado do planejamento na logística brasileira, disse ser muito importante a concessão da BR-163 e da ferrovia entre Lucas do Rio Verde (MT) e Mirituba (PA) para o escoamento de produtos pelo Arco Norte, especialmente da soja produzida no Centro-Oeste, através dos terminais portuários de Mirituba, Vila do Conde e Santarém. “O objetivo é fazer com que os calendários de construção da ferrovia e dos terminais previstos para o Pará se encontrem. Assim vamos criar uma alternativa logística para a soja, que hoje sai por Santos.
(Diário do Pará/Pararijos NEWS)