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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Papão faz contas


Para o Paysandu, o caminho à Série A de 2016 reserva oito jogos. Serão quatro em Belém – encarando Macaé-RJ, CRB-AL, Luverdense-MT e Criciúma-SC. E outros quatro fora, em São Luis contra o Sampaio Corrêa, em Belo Horizonte frente ao América-MG, e no estado de São Paulo para o pega diante do Mogi Mirim-SP e Oeste-SP. No planejamento bicolor, a ideia é conquistar os 12 pontos em casa, além de beliscar de quatro a cinco pontos longe de Belém. Para os matemáticos, com a pontuação de 64 a 65 pontos, a probabilidade de obter o acesso é significativa, variando de 80 a 90%.
Quinto colocado do Campeonato Brasileiro, com 48 pontos, o Paysandu planeja entrar no G-4 ganhando o Macaé-RJ, sábado, no Mangueirão e iniciando o que se convencionou chamar de ‘sprint’ final . “O discurso do técnico Dado é importante e estamos confiando plenamente no nosso acesso à Série A, até porque estamos com a mesma pontuação do quarto colocado. Enquanto estivermos assim, não vamos deixar de lutar para conseguir o objetivo que é o tão sonhado acesso à Série A”, garantiu Djalma. “Deixamos a desejar nesses últimos quatro jogos, deixamos de ser vice-líder, mas ainda estamos na briga. Até o 10º lugar tem chance de subir e essa briga será assim até o fim. Teremos uma outra oportunidade em casa e não podemos deixá-la escapar. Temos que vencer e somar pontos para continuar nessa briga”, cmplementou o atacante Aylon.
Em conversas internas, com a comissão técnica, os bicolores têm analisado o cenário, inclusive, comparando com outras edições da Série B. “No início do segundo turno, nos mostraram uma tabela de 2013, que era parecida com essa. É verdade que tinham menos time na briga”, avisou Aylon, surpresa com o caráter competitivo e equilibrado da Segunda Divisão do Brasileirão. “Como esse ano, nunca tinha visto. Uma vitória, um empate te coloca lá em cima. Uma derrota, te derruba. Tem que entrar ligado para fazer o maior número de pontos”. O que é obrigatório é eliminar a margem de rrro, principalmente, atuando sob o seu próprio domínio. “Se quisermos algo na competição, temos que fazer o dever de casa. Vacilamos contra o Bahia, foi um jogo atípico, pela expulsão (do Pikachu). Agora, nós precisamos dos pontos dentro de casa e ainda buscar pontos fora. O jogo contra o Macaé é de extrema importância”, finalizou Aylon.
(Pararijos NEWS)