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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Ação conjunta pede interdição de Porto da CDP

Foto: Tarso Sarraf/ O LiberalFoto: Tarso Sarraf/ O Liberal
Ministérios Públicos Estadual e Federal, e Defensoria Pública, entraram com uma ação na justiça, nesta quinta-feira (15), pedindo a paralisação total das atividades do Porto de Vila do Conde, em consequência ao naufrágio que deixou 5 mil cabeças de gado mortas e espalhou um rastro de óleo no Rio Pará, no último dia 6 de outubro. A informação foi divulgada em uma coletiva de imprensa pela manhã.
O procurador federal Bruno Valente, explicou, em entrevista, que os órgãos vêm se reunindo com a Companhia Docas do Pará, desde o ocorrido, para discutir medidas de apoio à população e ao meio ambiente, poluído depois que carcaças dos bois mortos chegaram à praia de Vila do Conde, mas que a CDP demorou muito para colocá-las em prática. 'Chegou um ponto em que a demora em colocar em prática essas medidas concretas de atendimento às famílias e remoção da carga orgânica e resídios oleosos do meio ambiente demorou muito e faz-se necessário uma medida judicial', explicou.
Com relação à interdição do porto, o promotor explicou que se faz necessário por não apresentar condições de funcionamento. 'O porto está em condições insalubres, sendo impossível a circulação de servidores e usuários, bem como a realização de suas atividades', esclareceu. (Pararijos NEWS)