Quem preferiu ir ao distrito encontrou praias praticamente vazias. (Foto: Ricardo Amanajás/Diário do Pará)
Com espaços sobrando na
areia das praias, a tranquilidade imperou na ilha de Mosqueiro, nesta
segunda-feira de feriadão do Carnaval. Os foliões puderam aproveitar uma
manhã de sol, já que a chuva só veio no início da tarde. Como não havia
sons automotivos espalhados pela extensão das orlas do Chapéu Virado,
Farol e Murubira, quem esperava encontrar a bucólica agitada durante o
dia pode ter se surpreendido com a calmaria.
Até o efetivo do Corpo de Bombeiros Militar do Pará estimava um público maior de visitantes no distrito, situado a 70 quilômetros da capital. De acordo com o capitão Augusto Cesar Silva, 29 anos, os salva-vidas registraram poucas ocorrências desde o último sábado. Ontem, até as 14h, entre as praias do Chapéu Virado e Farol, foram apenas 2 atendimentos, sendo um de criança perdida e o outro de curativo.
Acompanhado de familiares e um grupo de amigos na praia do Chapéu Virado, o autônomo Nilton Souza, 45 anos, que mora em Belém, considera sagrado passar o Carnaval na bucólica. Para ele, o clima familiar das praias, dos blocos e as idas à Vila de Mosqueiro à noite são o que há de melhor na ilha. Nilton chegou na última sexta-feira e só retorna para a capital na próxima quinta. “Já faço isso há 15 anos. E a vantagem é que, por ser perto, tem um custo menor de viagem”, explica. Por outro lado, o pedreiro João Carlos Espírito Santo, 61, não estava tão satisfeito com o público tímido nas praias. Ele, que é vendedor de sucos “raspa-raspa” nos fins de semana e feriados, reclamou que até o começo da tarde só havia vendido cerca de 20 unidades da bebida. “As vendas foram melhores ano passado. Aqui estava lotado no Carnaval”, lembra.
(Pryscila Soares/Pararijos NEWS/Diário do Pará)
Até o efetivo do Corpo de Bombeiros Militar do Pará estimava um público maior de visitantes no distrito, situado a 70 quilômetros da capital. De acordo com o capitão Augusto Cesar Silva, 29 anos, os salva-vidas registraram poucas ocorrências desde o último sábado. Ontem, até as 14h, entre as praias do Chapéu Virado e Farol, foram apenas 2 atendimentos, sendo um de criança perdida e o outro de curativo.
Acompanhado de familiares e um grupo de amigos na praia do Chapéu Virado, o autônomo Nilton Souza, 45 anos, que mora em Belém, considera sagrado passar o Carnaval na bucólica. Para ele, o clima familiar das praias, dos blocos e as idas à Vila de Mosqueiro à noite são o que há de melhor na ilha. Nilton chegou na última sexta-feira e só retorna para a capital na próxima quinta. “Já faço isso há 15 anos. E a vantagem é que, por ser perto, tem um custo menor de viagem”, explica. Por outro lado, o pedreiro João Carlos Espírito Santo, 61, não estava tão satisfeito com o público tímido nas praias. Ele, que é vendedor de sucos “raspa-raspa” nos fins de semana e feriados, reclamou que até o começo da tarde só havia vendido cerca de 20 unidades da bebida. “As vendas foram melhores ano passado. Aqui estava lotado no Carnaval”, lembra.
(Pryscila Soares/Pararijos NEWS/Diário do Pará)
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