terça-feira, 27 de outubro de 2015

Filha de Joelma, Natalia Sarraff acusa Chimbinha de assédio em mensagem no WhatsApp: ‘Acordei com ele me apalpando’

Natalia Sarraff confirmou que o texto vazado no WhatsApp é dela: “Alguém printou e publicou” Foto: reprodução/instagram
Um texto atribuído a Natalia Sarraff, filha de Joelma, caiu na rede na tarde desta terça-feira e trouxe para a separação já conturbada da mãe com Chimbinha um novo dado. Numa mensagem trocada com um confidente pelo WhatsApp, Natalia acusa o padrasto de assédio. “Certa noite, acordei com ele me apalpando. Isso eu tinha mais ou menos uns 12 anos ou menos”, escreve Natália na mensagem, contando sobre seu passado: “Só lembro que foi em uma das minhas férias que passei com eles. Desde aí fiquei com medo e também não falei para ninguém”.
Procurada pelo EXTRA, Natalia confirmou que a mensagem é dela e que tudo o que relata é verdade. “Contei para alguém e essa pessoa printou e publicou. Mas é verdade sim”, garante a cantora, que não foi criada por Joelma e Chimbinha, e sim pelos avós, em Belém.
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Ainda na mensagem compartilhada, Natalia dá detalhes das desavenças de Chimbinha e Joelma. “Desde criança presenciei muita coisa, por isso nunca gostei de dele. Já vi ele brigando com minha mãe. Em uma das brigas, minha tia Joselma foi pra cima dele e não deixou ele bater nela (em Joelma), pois se ele batesse nela, ele iria se ver com ela”, relata Natalia, que conta ainda momentos constrangedores na casa da família: “Ele já correu atrás de uma empregada nu”.

Natalia Sarraff não quis dizer por que só agora o assunto veio à tona e se Joelma já sabia do ocorrido. "Minha mãe pediu para eu não falar mais nada sobre isso. Ela mesma vai falar sobre", disse a moça.
Procurada, a assessoria de imprensa de Chimbinha pediu um tempo para se posicionar sobre o caso. (Pararijos NEWS/EXRA)

Justiça nega liberdade para quatro presos na operação Madeira Limpa

Superintendente do Incra em Santarém, Luiz Bacelar foi preso na manhã de segunda pela PF (Foto: Reprodução/TV Tapajós)Entre eles está o ex-superintendente do Incra em Santarém.
Quadrilha é acusada de esquema de comércio ilegal de madeira.

'Eu não tive nenhuma participação', diz Pastor sobre fraudes no Pará

O pastor e vereador Raul Batista negou participação no esquema de fraudes na concessão do seguro defeso no Pará, na manhã desta terça-feira (27) na Câmara Municipal de Belém. Raul Batista foi preso na última quinta-feira (22) durante a operação "Arapaima", realizada pela Polícia Federal para combater o esquema fraudulento, e foi solto há três dias por determinação da Justiça.

"Eu não tive nenhuma participação e isso ficará claro. A Polícia Federal está fazendo as investigações, fez todas as perguntas e nós respondemos todas elas. A Polícia Federal com certeza vai poder esclarecer isso para toda a imprensa e sociedade brasileira", afirma o pastor Raul Batista.Pastor e vereador Raul Batista (Foto: Reprodução/ TV Liberal)Raul Batista atua como vice-presidente da Câmara
Municipal de Belém. (Foto: Reprodução/ TV Liberal)
O político ainda contou que a quantia de R$100 mil que foi encontrada na sua residência era referente à venda de um carro. "É da venda de um veículo nosso e de alguns bens pequenos que eu me desfiz para poder comprar o automóvel. Isso também vai ficar provado no momento que for à Justiça ou à Polícia Federal", ressalta Raul Batista.

O pastor foi solto na noite do último sábado (24), após a desembargadora Neusa Alves, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) deferir o pedido de habeas corpus movido pela defesa de Raul.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, o vereador seria um dos responsáveis por indicar pessoas para fraudar o seguro defeso, benefício concedido para pescadores durante o período em que a pesca fica proibida para a reprodução das espécies de pescado. No total, 18 mandados de prisão foram expedidos pela Justiça. Na operação 15 pessoas foram presas e três ainda estão foragidas.

"As investigações continuam para identificar as pessoas envolvidas no esquema. Foram colhidos depoimentos dos investigados presos na operação e a gente não descarta a possibilidade da organização criminosa ainda estar atuando", revela o delegado da Polícia Federal, Gerson França.

Ainda segundo a Polícia Federal, a origem do dinheiro encontrado na casa do vereador ainda não foi comprovada. A PF agora quer saber se há mais envolvidos no esquema e se a fraude no seguro defeso continua sendo realizada.

Por meio de sua assessoria, a Igreja Universal do Reino de Deus informou que o Pastor Raul Batista, assim como os demais bispos e pastores que decidam ingressar em carreira política, é licenciado da Igreja e se ocupa exclusivamente da atividade pública. A Igreja afirmou ainda que acompanha o desenrolar dos fatos e procura avaliar se a conduta do pastor, ainda que licenciado, continua compatível com os preceitos éticos e morais exigidos de seus membros.

Vereadores esperam respostas
Na Câmara Municipal de Belém (CMB), os vereadores passaram a manhã desta terça-feira esperando que o vereador Raul Batista se pronunciasse, porém, o político só chegou à CMB no final da manhã.“Hoje é um dia normal para cada vereador e, como ele já está solto, deveria estar aqui para se pronunciar”, diz o vereador Josias Higino.

“Vamos esperar a Polícia Federal apresentar as provas para que possamos tomar alguma providência, se é que há necessidade de tomar alguma providência”, conta o vereador Iran Moraes.

Fraude no seguro defeso
O esquema funcionava da seguinte forma: os servidores que atuavam no Ministério da Pesca em 2014, inseriam no registro de pescadores pessoas sem direito ao seguro, sem que elas comparecessem ao órgão. No Sistema Nacional do Emprego (Sine), a documentação entregue pelo Ministério da Pesca era liberada por funcionários que faziam parte do esquema.
O delegado França explica ainda que o dinheiro chegava a um salário mínimo ao mês. "Ele era sacado por terceiros em agências da Caixa Econômica Federal e casas lotéricas e mesmo a pessoa não comparecendo lá, o funcionário terceirizado da caixa, que também estava envolvido no esquema, fazia o pagamento sem que a pessoa estivesse presente fisicamente”, detalha.

Esquema praticado em todo o estado
Os mandados foram cumpridos na Grande Belém e em outras cinco localidades, incluindo a ilha do Marajó. Para o superintendente da Polícia Federal, Ildo Gasparetto, os suspeitos devem ser condenados, pois eles desviavam o dinheiro de pessoas que realmente precisavam do benefício.

“Essas pessoas estão sendo ouvidas e indiciadas. Esperamos que elas sejam condenadas para que o dinheiro do seguro defeso vá para as pessoas que necessitam e não para essa quadrilha, que fica desviando recursos públicos e, aquelas pessoas que realmente precisam, inclusive para preservar o meio ambiente, não estão recebendo”, diz.

Pescadores madrugavam em frente ao Ministério da Pesca
Em setembro deste ano, a TV Liberal mostrou a situação de dezenas de pessoas que madrugavam em frente ao prédio do Ministério da Pesca. Na época, a superintendência da pesca informou que cerca de nove mil beneficiários precisavam fazer o recadastramento por existirem indícios de fraudes.
O crime teria participação também de empresários e funcionários públicos, responsáveis por cadastrar os beneficiários e liberar o dinheiro do benefício.
“Toda fraude tem que ter um agente integrante, pois o sistema não age por si. Tem que ter um agente público e , quando ele tem essa prerrogativa de liberar ou não o benefício, se não houver a participação do agente público fica inviável”, conta o representante do Ministério do Trabalho, Jonas Santana. (Pararijos NEWS)

Justiça aceita acordo e réu é libertado

A Justiça Federal do Paraná homologou o acordo de delação premiada do ex-funcionário da empresa italiana Saipem João Antônio Bernardi Filho, réu na Operação Lava Jato, ontem de manhã, e ele foi solto. Bernardi estava preso desde junho. Ele foi liberado sem tornozeleira eletrônica e segue para casa, no Rio de Janeiro. "O João Antônio Bernardi Filho fez um acordo e está indo para casa", afirmou o advogado que o representa, Marlus Arns. Preso durante a 14ª fase da Operação Lava Jato, cujo alvo foram as empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez. Ele estava detido na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba. O novo delator responde na Justiça por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro.
Segundo o advogado, com o acordo, Bernardi pagará uma multa de R$ 1 milhão e terá que devolver bens, incluindo imóveis e obras de arte, no valor de R$ 40 milhões. No termo de colaboração juntado na ação penal a que Bernardi responde, porém, a multa cível prevista é de R$ 3 milhões -sendo que 80% devem retornar para a Petrobras, e 20% deve ser destinado aos órgãos responsáveis pelas investigações. O acordo de colaboração prevê ainda que as condenações de Bernardi nos crimes confessados não podem ultrapassar 12 anos de reclusão. Deste total, porém, ele só deve cumprir quatro meses em regime fechado, oito em regime semiaberto – com prisão domiciliar –, e cinco anos em regime aberto. Após esse período, ele ficará em liberdade condicional até o fim da pena.
Conforme a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque aceitou receber propina para assegurar a contratação da empresa Saipem pela Petrobras para obra de instalação de um gasoduto submarino. João Antônio Bernardi Filho era funcionário da Saipem. Bernardi também foi diretor da Odebrecht até 2002, mas a atuação dele na empreiteira não faz parte da investigação.
Além do pagamento de propina, o MPF afirmou que Bernardi pagava vantagem indevida com obras de artes. Os procuradores afirmam que cinco das diversas obras apreendidas na casa de Duque tiveram nota fiscal emitida em nome de Bernardi. Os pagamentos também ocorriam por meio de depósitos no exterior com a utilização da off-shore Hayley do Brasil. Até agora, o Ministério Público Federal divulga uma lista com 28 delatores na Operação Lava Jato, que revelou um esquema de corrupção na Petrobras. (Pararijos NEWS)

Após dois meses, peritos chegam ao fim da greve

Após dois meses, peritos chegam ao fim da greve (Foto: Divulgação)
A greve iniciou no dia 18 de agosto deste ano. (Foto: Divulgação)
Em greve desde o mês de agosto em todo o estado do Pará, os peritos do Centro de Perícias Renato Chaves decidiram encerrar o movimento grevista da categoria nesta terça-feira (27). A decisão foi tomada após assembleia realizada durante esta manhã.
Em nota, o Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” (CPCRC) informou que foi feito um "acordo com o Governo do Estado e a classe pericial". Com isto, todos os serviços do Centro de Perícias em Belém, assim como nas unidades regionais localizadas nos munícipios de Castanhal, Marabá, Altamira, Santarém, e nos núcleos avançados dos municípios de Paragominas, Parauapebas, Itaituba, Tucuruí, Abaetetuba e Bragança, que ficaram prejudicados durante o movimento, serão "retomados imediatamente".
A categoria reivindicava a implantação da remuneração escalonada, com aumento salarial anual de 32%, entre os anos de 2015 a 2018, além de melhores condições de trabalho.
(DOL/Pararijos NEWS)

Na reta final, o vale-tudo

Camila: “Acho que bumbum grande é a preferência dos brasileiros e aí, sempre estão mexendo comigo”Camila: “Acho que bumbum grande é a preferência dos brasileiros e aí, sempre estão mexendo comigo”
Camila Gomes, “Miss Bumbum Minas Gerais”, não mede esforços para conquistar mais votos para vencer o concurso. Uma das candidatas ao “Miss Bumbum Brasil 2015”, ela tirou toda a roupa em um ensaio fotográfico.
Nas fotos, Camila mostrou seu bumbum de 110 centímetros, e declarou: “Não gostaria de ter um bumbum maior, não. Porque acho que já sairia fora do padrão”, afirmou Camila, que diz estar malhando bastante para manter o bumbum “redondinho e sem
furinhos”.
A candidata disse ainda que a parte do corpo mais bonita em seu corpo é exatamente a que será analisada no concurso. “Acho que bumbum grande é a preferência dos brasileiros e aí, sempre estão mexendo comigo”, afirmou ela, que garante receber muitas cantadas na rua.
Camila Gomes é uma das 15 finalistas do concurso “Miss Bumbum Brasil 2015”, que acontece no próximo dia 9 de novembro, em São Paulo.
(Pararijos NEWS)

Executado na casa da mãe

Luan Moraes (detalhe) foi morto a tiros dentro do quarto onde estava com a companheiraLuan Moraes (detalhe) foi morto a tiros dentro do quarto onde estava com a companheira
Um homem foi executado com vários tiros, ontem, por volta das 9h30 da manhã, na passagem Raimundo Oliveira, próximo à Estrada do Maguary, em Ananindeua. A residência da mãe de Luan Guimarães Moraes, de 22 anos, foi invadida por um desconhecido armado, que o matou quando estava no quarto. A companheira da vítima, Selma Maria Ferreira Amaral, de 23 anos, que estava no local, foi alvejada no braço. Luan Moraes sofreu morte instantânea, enquanto Selma foi socorrida e está fora de perigo.
Segundo o sargento César Fernandes, da 2ª Companhia/29º Batalhão da Polícia Militar, o assassino chegou a pé, sozinho, portando uma arma de fogo. A porta da casa estava aberta porque a mãe e o padrasto da vítima conversavam com vizinhos em frente ao imóvel. “A mãe só viu esse homem que entrou rápido e ouviu cerca de seis disparos. Em seguida, ele saiu correndo e apanhou um Palio bege, que aguardava estacionado a poucos metros do local do homicídio”.
O crime, segundo a polícia, teve características de acerto de contas. O sargento que atendeu a ocorrência informou que Luan e Selma tiveram passagens pela polícia por assalto.
Luan ficou caído no chão do quarto. Selma foi atingida sem gravidade. Ela alegou que estava gestante e foi levada à Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da Cidade Nova, onde recebeu cuidados médicos.
O sargento César disse que o casal alvejado não tinha paradeiro certo, pois  Luan costumava ficar no bairro da Cabanagem, em Belém, enquanto ela reside na travessa Vileta, na Pedreira. O boletim de ocorrência de homicídio foi registrado na Central de Flagrantes da Cidade Nova.
O delegado Eduardo Rollo, da Divisão de Homicídios, esteve no local do crime para iniciar a investigação, assim como os peritos do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPC). Em seguida, o cadáver foi removido pelos funcionários do Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido a exame de necropsia até ser liberado para o enterro. (Pararijos NEWS)