sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

É chegado ao fim 2014!

Um ano de vitórias e derrotas, quase que em sua maioria ativas e passivas de alternâncias... O que foi ruim mesmo em 2014 foi perder: Davi Aranha Matos, Luis Rocha, Cleo Valente e Leozinho. Isso é muito dolorido! Mas quero rogar a Deus q cumpra em minha vida suas promessas e cuide dos meus queridos q já estão ao seu lado. Pai dei-me vida e saúde para cuidar da minha família, ser amigo dos meus amigos, discernimento para aceitar as derrotas e vibrar com as vitórias, dando sempre o meu melhor para a vida.
Agradeço a todos q direta ou indiretamente estiverão comigo, aplaudindo, criticando, aconselhando...! Obrigado a todos, em especial, meus amores Hayla Miranda (esposa) e meus filhos: Igor Gonçalves de Oliveira, Iara Gonçalves, Iane Goncalves Oliveira, Pedro Henrique Paes e Ivna Miranda de Oliveira.
Que venha 2015 e seus desafios!
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Jatene promete o que não cumpriu em 4 anos

Jatene promete o que não cumpriu em 4 anos (Foto: Bruno Carachesti)
Posse de Jatene foi marcada por promessas e saia justa com o vice (Foto: Bruno Carachesti)















Ao ser empossado para mais um mandato de quatro à frente do governo do Pará, o tucano Simão Jatene prometeu buscar recursos para melhorar a qualidade dos serviços públicos e afirmou que haverá redução de despesas. “Para servir bem, mais e melhor precisamos estar dispostos a cortar na própria carne, reduzindo despesas, enxugando a máquina pública e buscando, por outro lado, aumentar a nossa disponibilidade de recursos e melhorar a qualidade do gasto público”, afirmou no discurso que fez no plenário da Assembleia Legislativa, onde foi realizada a cerimônia de posse por volta das 10 da manhã desta quinta-feira 1º de janeiro de 2015.  
Pouco antes, Jatene e o vice-governador Zequinha Marinho participaram de missa celebrada pelo arcebispo de Belém, dom Alberto Taveira. A tradição de abrir a cerimônia de posse com a celebração católica acabou gerando a primeira saia justa entre Jatene e o vice, Zequinha Marinho. Evangélico, Marinho desejava que houvesse um culto, mas Jatene manteve a missa e para contemporizar, foi realizada uma nova benção religiosa – comandada pelo pastor Gilberto Marques e pelo diácono Fábio Lobato - no palanque em frente ao Palácio Lauro Sodré, onde foi realizada a última parte da cerimônia.  
Após passar em revista à tropa, Jatene recebeu a faixa governamental de Maurício Haber, um menino de 12 anos, que representou, segundo o cerimonial, o povo do Pará.  
Estavam presentes, o deputado estadual e presidente da Alepa, Márcio Miranda; a desembargadora Luzia Nadja Guimarães Nascimento, presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Pará; Zenaldo Coutinho, prefeito de Belém; Marco Antônio Ferreira da Neves, procurador Geral de Justiça do Estado do Pará, e pelo senador Flexa Ribeiro.  
À tarde, o governador nomeou os novos secretários e dirigentes de autarquias e empresas públicas. Os nomes haviam sido divulgados na última terça-feira. Entre as novidades da nova equipe, o tributarista Helenilson Pontes para cuidar da Educação e o general Jeannot Jansen como titular da Segurança Pública.  
ORÇAMENTO
Com menos de 10% do orçamento geral do Estado previstos para investimentos em 2015, o novo governo terá o desafio de tirar o Pará do ranking de alguns piores indicadores do País no que diz respeito à saúde, educação e infraestrutura.
(Diário do Pará) 

Helder Barbalho promete fortalecer setor

Helder Barbalho promete fortalecer setor (Foto: Divulgação/Ministério da Pesca)
(Foto: Divulgação/Ministério da Pesca)
O novo ministro da Pesca e Aquicultura, Helder Barbalho, disse hoje (2) que pretende fortalecer o setor para produtores industriais e artesanais. Segundo Barbalho, os pescadores artesanais, a exemplo dos agricultores familiares, precisam contar com apoio cada vez maior de pesquisas para aumentar a sua produção. Helder Barbalho recebeu o cargo nesta sexta-feira de Eduardo Lopes.

Na transmissão de cargo, até então ocupado por Eduardo Lopes, Helder Barbalho disse que “se o Brasil é uma pátria educadora", como anunciou ontem (1º) a presidenta Dilma Rousseff, "chegou a hora de mostrarmos o caminho. Nós podemos e, juntos, vamos conseguir, em benefício de todos. Mas, principalmente dos pescadores artesanais, que são a maioria absoluta dos que trabalham nesta área”, declarou o novo ministro em seu discurso de posse.

De acordo com ele, o investimento em pesquisas e na coleta de dados estatísticos será importante para conhecimento do tamanho da produção e das espécies que vivem em rios e mares. Ele também estabeleceu a meta de produção de 20 milhões de toneladas de pescado por ano.“O Brasil possui 8,5 mil quilômetros de costa marítima, o maior volume de água doce do planeta e potencial para ser um dos cinco principais produtores de pescado do mundo”, afirmou. De acordo com ele, o Plano Safra da Pesca e Aquicultura será o principal instrumento para fortalecer o setor.

Helder Barbalho também agradeceu ao pai, o senador Jader Barbalho, que, como ele, é do PMDB, principal partido da base aliada da presidenta Dilma Rousseff.
(Agência Brasil)

Memória da torcida mantém viva a participação dos clubes do PA na elite

“Que tempo bom”. A frase é quase que unânime quando os torcedores de Remo, Paysandu e Tuna lembram as participações de seus clubes do coração na Série A do Campeonato Brasileiro. A saudade também vem carregada de recordações de jogos inesquecíveis e adversários de alto nível, além de campanhas inspiradoras. Os bons tempos, conforme dizem os nostálgicos apaixonados, também contrastam com o atual momento dos clubes paraenses, que não disputam a primeira divisão a pelo menos 10 anos.
Bicolor inesquecível

Na família Brandão o Paysandu é protagonista de boas histórias e recordações inesquecíveis há 3 gerações. Uma delas é a campanha bicolor na Série A de 2002, ano que o Santos de Robinho e sua trupe padeceram sob os olhares de mais de 40 mil pessoas nas arquibancadas do Mangueirão. Ainda teve spray de pimenta no rosto do então treinador Emerson Leão.
– Era um tempo bom.  Sempre víamos o Paysandu dar show no Mangueirão.  Para mim uma das melhores campanhas na Serie A foi a de 2002. Esse ano, tivemos bons resultados aqui, vitórias marcantes, como contra o Santos. Quem não se lembra do fato engraçado envolvendo o Emerson Leão. Ele tirou sarro com os jogadores e os torcedores do Papão e tentou agredir um policial, que jogou spray de pimenta nele. Aquele time do Santos era muito bom – relembra o aposentado Roberto Brandão, patriarca da família, aos 68 anos.
Família Brandão se lembra do tempo em que o Paysandu frequentava a série A (Foto: Samara Miranda / Globoesporte.com)Família Brandão tem histórias inesquecíveis do Paysandu contra grandes clubes do Brasil (Foto: Samara Miranda)
O filho de Roberto, Eduardo, tem 39 anos, vai mais além e lembra até de derrotas inesquecíveis, como na vez em que os bicolores enfrentaram o Corinthians de Neto, Dinei e Viola, um ano após a conquista do título da Série B de 1991. Sem vencer no campeonato há várias rodadas, o empresário pintou o rosto de azul e branco e seguiu para o Mangueirão confiante na redenção bicolor no torneio.  
   – Em 92, Paysandu e Corinthians ficou marcado. O Papão nunca ganhava o time do Corinthians. Nesse tempo o time deles era um timaço, com Neto e Viola. Lembro que eu fui com o rosto todo pintado de tinta guache de azul e branco. O Neto acabou quebrando a perna do nosso lateral Correia, um dos nossos jogadores principais. O time sentiu a saída do Correia e o Neto não voltou para o segundo tempo com medo de acabar sendo vaiado. Acabou que perdemos o jogo por 2 a 1. E foi a primeira vez que chorei pelo Papão, eu soluçava, foi muito triste e a tinta escorria pelo meu rosto. Esse dia ficou marcado – relembrou. 
Leão histórico
Apesar do Remo ter de brigar para disputar a quarta divisão do campeonato Brasileiro desde 2009, o torcedor se orgulha da campanha memorável na Série A de 1993, quando o time terminou o campeonato na sétima colocação geral, a frente de clubes como o Flamengo, Internacional, Grêmio, Fluminense e Vasco da Gama.
– Tivemos uma primeira fase regionalizada em que fomos muito bem, inclusive eliminando o nosso maior rival e classificando junto com o Vitória para a fase decisiva. Era uma espécie de semifinais em dois grupos de quatro. Passamos pela Portuguesa e caímos no grupo do Palmeiras, São Paulo e Guarani. Na época esses times eram muitos fortes. Chegamos a empatar com o Palmeiras da era Parmalat. O Remo não tinha muito medalhões na equipe, mas tínhamos o Mauricinho, ponta do Vasco, que chegou aqui e jogou uma bola que deixava qualquer um entusiasmado. Tínhamos valores locais, tipo o Guilherme. Fico saudoso recordando esses tempos – recorda Maurício Lima, advogado de 37 anos.
A paixão de Lima pelo Remo esbarrava no pai, Alípio, torcedor do rival bicolor. Em um dos jogos mais importantes do Leão, segundo Maurício, a surpresa positiva começou dentro de casa.
– Como os jogos aconteciam no Mangueirão, e era distante, meu pai me levou ao estádio junto com meus amigos. Ele ficou lendo jornal e comendo amendoim, mas sequer observava a partida. Já tinha desistido de me fazer virar casaca. Esse jogo ficou marcado, pois vencemos por 5 a 2 e nos credenciamos para a fase decisiva do campeonato. O jogo em si foi marcado pelo grande Ageu Sabia que destruiu o time da Portuguesa do badalado Denner – explica.
Águia guerreira

Em 1986, depois de se tornar campeã da Série B, a Tuna Luso iniciava sua tgerceira caminhada na primeira divisão sob a desconfiança da torcida. Pudera: o clube da Região Norte teria pela frente no Grupo C a equipe do Vasco, o Cruzeiro, Santos, Bahia, entre outros times. A “ficha” só caiu para Fernando da Cunha Junior, de 45 anos, na terceira rodada, na vitória dos lusos sobre o Náutico, no Estádio do Mangueirão.
Vitor tem 20 anos e nunca viu a Tuna Luso na primeira divisão (Foto: Arquivo Pessoal)Vitor tem 20 anos e nunca viu a Tuna Luso na primeira divisão (Foto: Arquivo Pessoal)
– Era difícil acreditar que a Tuna estava na Série A, na elite, que veríamos jogos da Tuna contra grandes clubes do futebol nacional. Até a terceira rodada, não tínhamos ganhado nenhuma partida. Daí, contra o Náutico, com três gols de Clovis, vencemos. Tuna jogou fácil e venceu com autoridade. Foi quando, realmente, acreditei que o meu time do coração estava disputando a Série A – revelou o administrador de empresas, torcedor da Águia Guerreira.
A paixão pelo clube mais antigo do Pará acabou chegando ao sobrinho de Fernando. Vitor Tourinho, de apenas 20 anos, não viu a Tuna em nenhuma grande competição nacional, apenas na Série C, mas mantém vivo o sonho de ver a Lusa de volta ao cenário nacional.
– Claro que eu sonho com a Tuna na Série A, jogando grandes jogos, voltando aos tempos de glórias, mas hoje em dia as coisas no futebol dependem muito de planejamento a médio e longo prazo. Então se a Tuna conseguisse voltar para uma Série B, já seria uma grande avanço. Sou realista e sei que isso tudo depende de muito trabalho e uma gestão mais profissional – acredita o estudante, que acompanha o clube do coração desde os três anos.

Técnico do Paysandu sonha com título da Copa São Paulo de Futebol Júnior

Samuel Cândido é técnico do Paysandu Sub-20 (Foto: Tadeu Verderosa/Ascom Paysandu)Samuel Cândido (direita) confia em boa campanha na Copinha (Foto: Tadeu Verderosa/Ascom Paysandu)
O Papãozinho faz os últimos dias de preparação para estreia na 46ª Copa São Paulo de Futebol Júnior, que acontecerá a partir do dia 4 de janeiro. Sob o comando do técnico Samuel Cândido, a equipe do Sub-20 bicolor segue os treinamentos em ritmo intenso no campo do Kaza, e encerram a preparação nesta sexta-feira, dia 2.
Entre as participações na competição, o time alviceleste realizou sua melhor campanha em 2006, quando conseguiu a sexta colocação na Copinha. O coordenador das categorias de base, Carlos Alberto “Mancha”, quer superar o feito de oito anos atrás e conseguir o título do torneio para o Paysandu.
– Nosso primeiro objetivo é passar dessa primeira fase. Estamos numa expectativa grande para a competição. Estou confiante, treinamos bastante. Espero que a gente consiga pelo menos a mesma campanha de 2006, quando terminamos na sexta colocação. Tenho certeza que vamos até o fim e pretendemos conseguir esse título inédito para as categorias de base – revelou Mancha ao GloboEsporte.com.
A delegação bicolor viaja para São Paulo apenas neste sábado, dia 3, e contará com 22 jogadores mais cinco membros da comissão técnica. O Papãozinho vai com um desfalque para o torneio, o volante Murilo, que não se recuperou a tempo de uma lesão. Entre os destaques do time bicolor está o goleiro Paulo Ricardo, o lateral-esquerdo Caio Ribeiro e o atacante Leandro Carvalho. 
O Paysandu está no Grupo S com Atlético Goianiense, Avaí e Desportivo Brasil-SP, que será o primeiro adversário dos paraenses. A partida será no domingo, dia 4, às 14h (horário de Brasília, 13h de Belém), no  Estádio Municipal Leonardo Barbieri, em Águas de Lindóia, no interior paulista.
G1-Pará

Movimento na Veneza do Marajó dia 31 de dezembro

Acaí o liquido precioso do povo marajoara
Desde as primeiras horas do deste último dia do ano, a Veneza do Marajó registra um grande fluxo de pessoas recebendo seus salários referentes a dezembro e por isso fazendo compras nas lojas e comércios locais. Galeria, lotérica, orla, feira centro e adjacências tudo lotado. 

Anajás pede sucesso ao povo te ama

Anajás é só sucesso 
A Administração Pública Municipal de Anajás através do prefeito Vivaldo Mendes”, vice–prefeito Nasser Salamir, encerram o ano de 2014, com diversas obras asseguradas para a população.
Durante  seu pronunciamento de fim de ano, o prefeito destacou os diversos recursos que estão sendo viabilizados para a população. “Estamos encerrando o nosso segundo ano de mandato de cabeça erguida, estamos com diversas obras concluídas e outras em andamento. Nessa administração secretários e assessores vem desempenhado suas funções com dignidade e que venha 2015 com as bênção de Deus vamos avançar muito mais".
(Pararijos News, com informações do Diário de Anajas)