segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Gravação de DVD da Calypso reúne mais de 80 mil pessoas em Belém
A gravação do DVD ao vivo da banda Calypso, comemorativo de 15 anos de carreira, ontem à noite na área da praça do Relógio, em pleno Complexo do Ver-o-Peso, cartão-postal da capital paraense, transformou-se em um grande presente para Belém. Cerca de 80 mil pessoas vindas de várias regiões do País, tiveram o privilégio de participar e conferir, de graça, o show do casal Joelma e Chimbinha, com direito a convidados muito especiais e, principalmente, à diversidade de ritmos que compõem a trajetória musical da banda. Durante o show do DVD, que contou com a parceria da Prefeitura de Belém e das Organizações Romulo Maiorana, Chimbinha e Joelma externaram sua gratidão com o carinho demonstrado pelos fãs paraenses e de outros estados ao longo da carreira.
Essa empatia entre a banda e o público foi realçada desde a entrada de Joelma e Chimbinha e dos músicos e dançarinos no palco, por volta das 18 horas. Os fãs deliraram com as coreografias e o suingue de Joelma, em um palco montado intencionalmente para aproveitar o cenário da praça do Relógio, das águas da baía do Guajará, dos prédios e casarões históricos que formam o Complexo do Ver-o-Peso. O cenário do palco mostrou o dia a dia dos moradores das cidades da Amazônia.
Quem chegou por primeiro à frente do palco não arredou mais pé de lá e garantiu uma ótima visão das atrações da noite. O casal Caio Cavalcante, 25 anos, universitário de Odontologia, e Lítala Andrade, 27, profissional de Gestão Ambiental, de Santa Izabel do Pará, não conseguiram ficar bem perto do palco, mas aproveitaram para dançar ao som da Calypso, em especial com o sucesso “Cavalo Manco”. “É uma grande banda paraense que merece esse respeito todo do público e o show está sendo muito bom”, declarou Caio.
Para se ter uma ideia da quantidade de pessoas que foram conferir a gravação do DVD 15 Anos Calypso, além da esquina da avenida Portugal com a Padre Champagnat estarem totalmente tomadas pelo público, incluindo frente e laterais do palco, muita gente ficou circulando pelo Boulevard Castilhos França, interditada pelos órgãos de trânsito desde a tarde de ontem. O show do DVD com cerca de quatro horas de realização, mobilizou efetivos da Semob, Secon, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Civil, Detran e Guarda Municipal de Belém.
Amigos do pará e de fora dividem o palco com Joelma e Chimbinha
Responsável pela sonorização do show, o empresário Jefferson Goldenberg explicou que foram utilizadas 50 toneladas de equipamentos. O executivo das ORM, Giovanni Maiorana, ao lado do diretor do Sistema Liberal de Rárido, Alexis do Carmo, destacou: “As ORM apoiam sempre a cultura, a música paraense, e a banda Calypso é um exemplo dessa cultura. As ORM não poderiam deixar de apoiar esse projeto do DVD”.
Dia 14 de dezembro, a banda Calypso participará do programa “Sons do Pará”, da TV Liberal. Ontem, uma equipe de produção da emissora levou um totem fotográfico ao show para que os fãs pudessem tirar fotos.
O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, perto da vereadora Meg Barros, externou seu contentamento em Belém poder sediar o momento comemorativo de 15 anos da Calypso, e assinalou que Joelma e Chimbinha atuam como embaixadores do programa de prevenção ao uso de drogas, da Prefeitura de Belém. Além das coreografias específicas para cada música, a cantora Joelma desfilou uma série de modelos durante as apresentações, o que realçou a exibição da banda.
Artistas do Pará e de outros estados participaram do momento especial. A cantora Lia Sophia afirmou ser uma honra ter sido convidada para participar do DVD. Ela cantou um carimbó e disse que a dupla “é um exemplo e muito querida por todos nós”. Essa afirmação foi referendada por artistas como Nelsinho Rodrigues, Edilson Moreno, banda Calcinha Preta, Daniel, Ludmila Ferber, Viviane Batidão, Mestre Vieira e a banda Warilou. “Esse show em Belém é uma homenagem ao artista paraense”, afirmou Joba, da Warilou. Os pais de Chimbinha, Pedro e Maria de Lourdes Farias, conferiram o show.
ORM News
domingo, 23 de novembro de 2014
Cruzeiro vence Goiás e conquista Série A dentro do Mineirão encharcado
Nem mesmo a forte chuva que caiu
sobre Belo Horizonte-MG prejudicou a festa do Cruzeiro, que confirmou
as expectativas e conquistou o tetracampeonato Brasileiro de forma
antecipada, enlouquecendo milhares de celestes em todo o mundo. A festa
que começou no Mineirão com a vitória de 2 a 1 em cima do Goiás, não tem
hora para acabar, colorindo o país de azul e branco.
"Cruzeiro, Cruzeiro querido, tão
combatido jamais vencido", o trecho do hino da Raposa exemplifica bem o
que foi a campanha da equipe no Campeonato Brasileiro. O time de
Marcelo Oliveira assumiu a liderança na sexta rodada e não saiu mais,
coroando o trabalho neste domingo, com gols de Ricardo Goulart e Everton
Ribeiro, com Samuel marcando o gol de honra do Goiás.
Ao todo são 23 vitórias com 76
pontos conquistados, números que mostram a total superioridade do
Cruzeiro em cima dos demais times da competição. Para se ter uma ideia, o
Goiás, coadjuvante na festa do título, soma apenas 12 vitórias, com 44
pontos em toda a competição.
Com o título Brasileiro já
garantido, o Cruzeiro ainda precisa fazer mais dois jogos na competição,
o primeiro deles no próximo domingo, contra a Chapecoense, na Arena
Condá, mas antes a Raposa pensa na decisão da Copa do Brasil. Na
quarta-feira, o Cruzeiro faz o clássico contra o arquirrival Atlético-MG
valendo mais um título. Já o Goiás vai visitar o Furacão, na Arena da
Baixada.

Time posado do Cruzeiro, antes do início da partida contra o Goiás, válida pela rodada 36a. rodada do Campeonato …
Mesmo com a adversidade, o
Cruzeiro procurou ser agressivo contra os esmeraldinos, mantendo a posse
de bola e buscando as partes menos alagadas do Gigante da Pampulha. Aos
sete minutos, Marcelo Moreno desviou cruzamento de Everton Ribeiro
acertando a rede pelo lado de fora, mas a torcida vibrou com o lance.
Torcedor, que, aliás, fez festa
em BH desde as primeiras horas do dia, sem se importar com a chuva. O
êxtase total veio aos 12 minutos, com cruzamento de Mayke, que encontrou
a cabeça de Ricardo Goulart, que estufou as redes do Mineirão, levando à
loucura milhares de cruzeirenses em todo o Brasil.
No ritmo do coro de 50 mil
vozes, os celestes seguiram dominando as ações e criando oportunidades
de dilatar a contagem. Aos 22, porém, o Goiás chegou ao empate no
primeiro ataque de perigo dos esmeraldinos. O zagueiro Léo falhou ao
tentar cortar um cruzamento e a bola parou nos pés de Samuel, que
mostrou categoria para acertar o ângulo de Fábio.
Dono de um futebol de melhor
qualidade técnica, a Raposa teve mais problemas que o Goiás para jogar
no gramado ruim, mas aos poucos, os celestes foram encontrando os
atalhos do campo. O gol visitante não diminuiu o ímpeto da torcida, que
seguiu com um barulho ensurdecedor no Mineirão. O segundo gol, porém,
não saiu na primeira etapa.
.

Ricardo Goulart comemora seu gol durante partida entre Cruzeiro MG e Goiás no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, …
Apesar das investidas do time
visitante, de maneira geral, a partida apresentou um cenário com o
Cruzeiro jogando no campo de ataque, e os esmeraldinos com a marcação
compactada, reduzindo os espaços da Raposa. Os celestes só imprimiram um
ritmo mais acelerado quando receberam a notícia do gol do São Paulo em
cima do Santos, o forçava os mineiros a vencerem para confirmar o
título.
A pressão do Cruzeiro logo foi
revertida em gol. Aos 17, Willian foi à linha de fundo e cruzou com
perfeição, na cabeça de Everton Ribeiro, que recolocou os cruzeirenses à
frente no marcador e novamente com a mão na taça. Os goianos ainda
tentaram atrapalhar a festa no Mineirão, mas pararam em Fábio nas
chances criadas.
Com o resultado construído, o Cruzeiro passou a cadenciar o jogo, valorizando a posse de bola e esperando o tempo passar para o grito de campeão ecoar no Mineirão e em todo o Brasil. O time de Marcelo Oliveira ainda perdeu algumas chances de dilatar a contagem, mas como o 2 a 1 já era suficiente, o placar não trabalhou mais, e o Cruzeiro conquistou o tetracampeonato diante da torcida.
RJ celebra o maior casamento gay coletivo do mundo
(Foto: Agência Brasil)
Ao todo,
160 casais homossexuais oficializaram união hoje (23) simultaneamente,
no Armazém Utopia, zona portuária do Rio de Janeiro. Esta foi a quinta
cerimônia de casamento civil homoafetivo realizado no estado e a maior
cerimônia do mundo, segundo a Secretaria de Estado de Assistência Social
e Direitos Humanos, organizadora do evento. No total, mais de 500
casais foram beneficiados com a iniciativa, resultado de parceria entre a
secretaria o Tribunal de Justiça do estado do Rio de Janeiro e a
Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de
Janeiro.
A abertura da cerimônia foi feita com a performance do travesti, atriz e cantora Jane Di Castro, que interpretou Emoções,
de Roberto Carlos. A própria Jane Di Castro foi uma das noivas. Ela
oficializou a união de 47 anos com o companheiro Otávio Souza Bomfim. “É
um momento maravilhoso. Para quem veio da ditadura isso que estamos
vivendo é um paraíso. É uma realização e uma vitória”, disse a artista
ao comentar que o marido foi o primeiro e o único amor da vida dela.
O superintendente de Direitos Individuais,
Coletivos e Difusos e coordenador do Programa Estadual Rio Sem
Homofobia, Cláudio Nascimento, e seu companheiro, João Silva, foram o
primeiro casal a ter a união convertida em casamento no estado do Rio de
Janeiro. “É uma ação afirmativa para chamar a atenção de todos para as
conquistas e os desafios na área dos direitos civis e humanos da
comunidade LGBT. O casamento garante a possibilidade de vários projetos
de futuro juntos, como a casa própria, ampliar a família e um nível de
segurança jurídica formidável”, destacou.
Nascimento explicou que pelo grande número
de casais desta edição o espaço foi ampliado para garantir a presença
dos mais de 1,5 mil convidados. “Na primeira cerimônia tivemos 43
casais, na última, 132 e a tendência é crescer mais, pois os casais vão
se encorajando, percebendo que o evento é digno e organizado, que eles
serão tratados com respeito”. A próxima cerimônia será no Maracanzinho.
Stefani do Couto, 33 anos, foi convencida
pela companheira, Gisele Domiciano, 32 anos, a consumar a união estável.
“Para mim sempre foi um sono e quando fizemos dois anos de namoro disse
que queria casar com ela”, contou Gisele. “Nunca me vi casando, mas me
deixei levar”, comentou Gisele.
Após a cerimônia, os
recém-casados e convidados comemoraram o matrimônio em uma recepção
oferecida pelo governo do Rio no próprio Armazém Utopia.
(Agência Brasil)
Celular que recebeu tema do Enem será periciado
O Ministério Público Federal no Ceará
(MPF/CE) requisitou perícia no celular de um dos candidatos que
supostamente recebeu, antes da aplicação do Exame Nacional do Ensino
Médio (Enem), o tema da redação por mensagem. A Polícia Federal (PF) no
Ceará fará a perícia "com urgência", segundo a assessoria de imprensa da
PF.
Hoje (21), o MPF reuniu-se com procuradores
do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio
Teixeira (Inep). Na quarta-feira (19), a procuradora da República Nilce
Rodrigues enviou um ofício requisitando as providências tomadas pela
autarquia para apurar a suposta violação. A assessoria do órgão informou
que o Inep apresentou, por ofício e também presencialmente, toda a
logística de segurança envolvida na elaboração e aplicação do exame.
O MPF agora aguarda o resultado da perícia
no aparelho celular e das investigações para decidir os próximos passos.
O órgão instaurou, no último dia 14, procedimento para apurar as
denúncias feitas por estudantes do estado. Um dos candidatos
entrevistados deixou o celular para ser periciado.
Antes de envolver estudantes cearenses, a
notícia de suposto de vazamento foi feita por um estudante do Piauí, que
procurou a Polícia Federal no estado. A PF no Piauí investiga a suposta
fraude. No Ceará, a PF não confirma abertura de inquérito policial e
diz que a perícia no aparelho pode ser feita sem esse procedimento.
Em entrevista coletiva na semana passada, o
presidente do Inep, Francisco Soares descartou a possibilidade do Enem
2014 ser cancelado. As provas foram aplicadas nos dias 8 e 9 deste mês.
Mais de 6,2 milhões de candidatos participaram do exame em mais de 1,7
mil cidades em todo o país.
(Agência Brasil)
Aposentados recebem a segunda parcela do 13º
Os depósitos da segunda parcela do
13º salário para os segurados da Previdência Social começam na próxima
segunda-feira, assim como o pagamento da folha de novembro, que segue
até o dia 5 de dezembro. No total, 27,6 milhões de benefícios terão
direito ao 13º salário. Serão investidos R$ 14,4 bilhões nesta parcela
da gratificação natalina. No Pará, 622.471 pessoas terão direito ao
benefício, com investimento total de R$ 271.009.414,79
Já a folha de novembro vai pagar mais de
32 milhões de benefícios em um investimento de R$ 29,6 bilhões. O valor
total da folha, considerando o pagamento da gratificação natalina
ultrapassa R$ 44 bilhões. A diferença entre a quantidade de benefícios
da folha e o número de benefícios da gratificação ocorre porque nem
todos os segurados têm direito a receber o 13º. Por lei, os segurados
que recebem benefícios assistenciais (LOAS) não recebem a gratificação, o
que corresponde a cerca de 4,2 milhões de benefícios.
O contracheque pode ser acessado
na Agência Eletrônica no site da Previdência Social ou nos terminais de
autoatendimento do banco em que o segurado recebe o benefício, a partir
do dia 24 de novembro. Haverá desconto de Imposto de Renda (IR) nesta
segunda parcela.
Os depósitos começam na segunda
para os segurados que recebem até um salário mínimo e possuem cartão com
final 1, desconsiderando-se o dígito. Os segurados que recebem acima do
mínimo terão seus benefícios creditados, a partir do dia 1º de
dezembro.
VEJA O VALOR DA SEGUNDA PARCELA
Aposentados e pensionistas,
em sua maioria, receberão 50% do valor do benefício. A exceção é para
quem passou a receber o benefício depois de janeiro. Neste caso, o valor
será calculado proporcionalmente. Os segurados que estão em
auxílio-doença também recebem uma parcela menor que os 50%. Como esse
benefício é temporário, o INSS calcula a antecipação proporcional ao
período.
(Diário do Pará)
Enade: 483 mil estudantes devem fazer o exame
Concluintes de cursos de bacharelado,
licenciatura e tecnólogo de todo Brasil devem fazer amanhã (23) o Exame
Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). A expectativa é que 483,5
mil estudantes matriculados em 1,48 mil instituições de educação
superior façam o exame.
Os estudantes têm até amanhã para preencher o questionário do estudante,
usado para subsidiar a construção do perfil socioeconômico dos
participantes. O preenchimento é obrigatório e o universitário deve se
identificar por meio do CPF, pelo nome ou pelo curso.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aqueles que não
responderem ao questionário estarão em situação irregular com o Enade e
poderão ficar impedidos de colar grau e receber o diploma, mesmo que
façam o exame.
Os portões dos locais de prova abrem às 12h
(horário de Brasília) e as provas começam às 13h. Os estudantes terão
quatro horas para responder ao exame e têm de permanecer no local da
prova por pelo menos uma hora para poder assinar a lista de presença.
Quem deixar o local antes, sem assinar a lista, será considerado ausente
e ficará em situação irregular. O participante pode deixar a sala com o
caderno de questões três horas após o início do exame.
Criado em 2004, a cada ano o exame avalia um
grupo diferente de cursos com o objetivo de aferir o rendimento dos
estudantes de cursos de graduação em relação ao conteúdo programático,
suas habilidades e competências.
Os estudantes devem fazer o Enade para obter
o diploma, no entanto, não existe um desempenho mínimo obrigatório para
os alunos. O resultado do exame é usado apenas para compor índices que
medem a qualidade de cursos e instituições de ensino superior.
Esta edição do Enade vai avaliar o
desempenho de estudantes que tenham expectativa de finalizar a graduação
até julho de 2015. Para tanto, precisam concluir mais de 80% da carga
horária mínima do currículo até o fim do período de inscrição. Os
avaliados são alunos de 33 cursos superiores nas áreas de ciências exatas, licenciaturas e áreas afins.
Também farão o exame estudantes de cursos
superiores de tecnologia com expectativa de conclusão até o próximo mês e
os de cursos superiores de tecnologia que tiverem cumprido mais de 75%
da carga horária mínima do currículo, até o fim do período de inscrição.
A divulgação do boletim de desempenho dos
participantes do exame está prevista para o segundo semestre do próximo
ano. A consulta ao local de prova deve ser feita na página do Enade na internet.
(Agência Brasil)
Macaé sagrou-se campeão da Série C porque soube controlar os nervos e não se abalar com o peso da Fiel
Nas duas partidas que decidiram a Série C, o que se viu foram dois
times quase idênticos em seus pontos fortes e fracos. Em um quesito,
porém, o Macaé-RJ sempre foi superior: a tranquilidade.
Somente quando o lateral esquerdo Diego fez o terceiro gol do 3 a 3 de ontem é que o time fluminense ficou com uma vantagem considerável sobre o Paysandu. Quando fez 1 a 0 no Moacyrzão, no jogo de ida, o Leão teve pouco tempo de vantagem. Ontem, enquanto o Papão era pura transpiração e esteve em quatro momentos com a taça nas mãos, o Macaé parecia em nada se abalar e continuava jogando com serenidade.
Antes do jogo, o técnico Josué Teixeira “cantou a pedra” quando perguntado sobre a preparação de seu time para aguentar a pressão da torcida paraense: “Que pressão?”. O que parecia empáfia, na verdade mostrava a confiança que ele tinha em seus comandados.
A tranquilidade foi colocada à prova já no Hino Nacional, quando a Fiel cantou quase uníssona, abafando o sistema de som do Mangueirão e proporcionando um belo espetáculo. Nem quando Zé Antônio abriu o placar, aos 16 do primeiro tempo, cabeceando um cruzamento de Aírton, os bicolores visitantes se abalaram.
Continuaram com o toque de bola e o ritmo do “devagar e sempre”. Mesmo ainda sem maior volume de jogo, o Macaé empatou aos 43, quando o atacante João Carlos escorou de cabeça uma cobrança de escanteio.
Na saída para o intervalo, o zagueiro Fernando Lombardi parecia antever o que viria a acontecer. “É final e não podemos dar espaço, rifar a bola e deixar de tocar. Temos que jogar”, disse.
Mesmo fazendo dois gols, o Paysandu continuou jogando dessa forma, ao passo que o Macaé tocava a bola. O Papão deu um sinal de que controlaria o jogo logo aos seis minutos, quando Ruan tabelou com Bruno Veiga e mandou um chute rasteiro cruzado de fora da área, no canto do goleiro rival, desempatando o duelo.
Mas o time visitante respondeu sete minutos depois, mais uma vez com João Paulo, que escorou um cruzamento vindo da direita.
Na base do abafa, o Paysandu voltou a encher a Fiel de esperança aos 22. Pikachu acreditou em uma jogada que parecia perdida, roubou do zagueiro Felipe Machado e cruzou rasteiro para o Rômulo, de letra, fazer um golaço.
Mal deu tempo da torcida soltar o grito de campeão e o Macaé voltou a empatar, aos 30. Diego, um dos melhores nos dois jogos, tabelou com João Carlos e chutou entre as pernas de Paulo Rafael. A partir daí, o time fluminense tocou a bola e paraense correu desordenadamente. Fim de jogo: título nacional para o Macaé.
No lado bicolor, lamentos, apesar do apoio da Fiel no estádio
O apito final do jogo deu sequência as lamentações dos bicolores. Embora o Paysandu, de fato, tenha conquistado o que interessava, que foi o retorno à Segunda Divisão, a perda do título da Série C foi uma ducha de água fria. Ao menos pelas reações dos jogadores, apesar dos aplaudos da torcida, que gritou: “time de guerreiros”.
“Estou triste, assim como todo o grupo está. Ganhar o primeiro título como profissional, com esse estádio lotado, seria um sonho”, lembrou Ruan, de apenas 21 anos, que fez o segundo gol do Papão na partida, depois de um chute certeiro, de fora da área.
“Sou um jogador, senti o baque”, continuou, para logo falar diretamente com a torcida bicolor: “Peço desculpas a essa torcida maravilhosa. Mesmo não conseguindo esse título, eles (torcedores) gritaram o nosso nome o tempo inteiro e depois do apito final”.
O mesmo tom marcou a declaração do volante Ricardo Capanema, que atuou improvisado como zagueiro. “A gente fica triste, mas tem que passar, porque conquistamos a vaga na Série B. Nós do Paysandu atuamos com garra. Mas, do outro lado, também teve uma equipe aguerrida. E tem os méritos deles. Infelizmente, não conseguimos o título, mas vamos pensar para frente”, declarou, ainda no gramado do Mangueirão, quando também teve o seu gritado. “Quero agradecer a torcida, aos familiares e aos amigos”, acrescentou.
O atacante Rômulo, que acrescentou qualidade ao setor ofensivo do Paysandu, também lamentou o fato de não ter obtido o que seria o seu primeiro título como jogador profissional. Acerca do gol de letra que colocou o Paysandu à frente do marcador, comentou: “Fico feliz pelo gol, mas ao mesmo tempo triste, porque a equipe não alcançou o seu objetivo. Mas devemos pensar para a frente.
Amazônia Jornal
Somente quando o lateral esquerdo Diego fez o terceiro gol do 3 a 3 de ontem é que o time fluminense ficou com uma vantagem considerável sobre o Paysandu. Quando fez 1 a 0 no Moacyrzão, no jogo de ida, o Leão teve pouco tempo de vantagem. Ontem, enquanto o Papão era pura transpiração e esteve em quatro momentos com a taça nas mãos, o Macaé parecia em nada se abalar e continuava jogando com serenidade.
Antes do jogo, o técnico Josué Teixeira “cantou a pedra” quando perguntado sobre a preparação de seu time para aguentar a pressão da torcida paraense: “Que pressão?”. O que parecia empáfia, na verdade mostrava a confiança que ele tinha em seus comandados.
A tranquilidade foi colocada à prova já no Hino Nacional, quando a Fiel cantou quase uníssona, abafando o sistema de som do Mangueirão e proporcionando um belo espetáculo. Nem quando Zé Antônio abriu o placar, aos 16 do primeiro tempo, cabeceando um cruzamento de Aírton, os bicolores visitantes se abalaram.
Continuaram com o toque de bola e o ritmo do “devagar e sempre”. Mesmo ainda sem maior volume de jogo, o Macaé empatou aos 43, quando o atacante João Carlos escorou de cabeça uma cobrança de escanteio.
Na saída para o intervalo, o zagueiro Fernando Lombardi parecia antever o que viria a acontecer. “É final e não podemos dar espaço, rifar a bola e deixar de tocar. Temos que jogar”, disse.
Mesmo fazendo dois gols, o Paysandu continuou jogando dessa forma, ao passo que o Macaé tocava a bola. O Papão deu um sinal de que controlaria o jogo logo aos seis minutos, quando Ruan tabelou com Bruno Veiga e mandou um chute rasteiro cruzado de fora da área, no canto do goleiro rival, desempatando o duelo.
Mas o time visitante respondeu sete minutos depois, mais uma vez com João Paulo, que escorou um cruzamento vindo da direita.
Na base do abafa, o Paysandu voltou a encher a Fiel de esperança aos 22. Pikachu acreditou em uma jogada que parecia perdida, roubou do zagueiro Felipe Machado e cruzou rasteiro para o Rômulo, de letra, fazer um golaço.
Mal deu tempo da torcida soltar o grito de campeão e o Macaé voltou a empatar, aos 30. Diego, um dos melhores nos dois jogos, tabelou com João Carlos e chutou entre as pernas de Paulo Rafael. A partir daí, o time fluminense tocou a bola e paraense correu desordenadamente. Fim de jogo: título nacional para o Macaé.
No lado bicolor, lamentos, apesar do apoio da Fiel no estádio
O apito final do jogo deu sequência as lamentações dos bicolores. Embora o Paysandu, de fato, tenha conquistado o que interessava, que foi o retorno à Segunda Divisão, a perda do título da Série C foi uma ducha de água fria. Ao menos pelas reações dos jogadores, apesar dos aplaudos da torcida, que gritou: “time de guerreiros”.
“Estou triste, assim como todo o grupo está. Ganhar o primeiro título como profissional, com esse estádio lotado, seria um sonho”, lembrou Ruan, de apenas 21 anos, que fez o segundo gol do Papão na partida, depois de um chute certeiro, de fora da área.
“Sou um jogador, senti o baque”, continuou, para logo falar diretamente com a torcida bicolor: “Peço desculpas a essa torcida maravilhosa. Mesmo não conseguindo esse título, eles (torcedores) gritaram o nosso nome o tempo inteiro e depois do apito final”.
O mesmo tom marcou a declaração do volante Ricardo Capanema, que atuou improvisado como zagueiro. “A gente fica triste, mas tem que passar, porque conquistamos a vaga na Série B. Nós do Paysandu atuamos com garra. Mas, do outro lado, também teve uma equipe aguerrida. E tem os méritos deles. Infelizmente, não conseguimos o título, mas vamos pensar para frente”, declarou, ainda no gramado do Mangueirão, quando também teve o seu gritado. “Quero agradecer a torcida, aos familiares e aos amigos”, acrescentou.
O atacante Rômulo, que acrescentou qualidade ao setor ofensivo do Paysandu, também lamentou o fato de não ter obtido o que seria o seu primeiro título como jogador profissional. Acerca do gol de letra que colocou o Paysandu à frente do marcador, comentou: “Fico feliz pelo gol, mas ao mesmo tempo triste, porque a equipe não alcançou o seu objetivo. Mas devemos pensar para a frente.
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